The Mound: Omen of Cthulhu aposta em sanidade compartilhada no terror cooperativo
Preview destaca exploração em equipe, alucinações individuais e sobrevivência em uma selva lovecraftiana hostil.
Zetho Insider
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The Mound: Omen of Cthulhu é um novo jogo de terror cooperativo com inspiração lovecraftiana que coloca até quatro jogadores em uma expedição perigosa por uma ilha cercada de mistérios. Em prévia publicada pela IGN, o destaque ficou para o sistema de insanidade, que distorce a percepção de cada participante de forma individual.
Exploração cooperativa em uma selva cheia de ameaças
Desenvolvido pela ACE Team, o jogo reimagina a novela homônima de H.P. Lovecraft em um cenário de era pirata, ambientado nas florestas de Valdivia, no Chile, em 1652. Os jogadores partem no galeão Tempestad em busca de tesouros e de um caminho até o misterioso Mound, ligado à cidade subterrânea de K’n-yan.
Antes de cada expedição, o grupo escolhe um contrato com objetivos específicos, como recuperar itens ou resgatar sobreviventes. A seleção também influencia o ponto de entrada, os equipamentos disponíveis e a abordagem da missão, reforçando a necessidade de planejamento em equipe.
O inventário limitado aumenta a tensão. Armas, munição, consumíveis, recursos e tesouros disputam o mesmo espaço, o que incentiva a divisão de funções entre os jogadores. Mesmo assim, fatores do ambiente podem atrapalhar, como mudanças climáticas que inutilizam armas de fogo durante tempestades.
O sistema de insanidade é o grande diferencial
A principal mecânica de The Mound: Omen of Cthulhu é a perda de sanidade. Quando isso acontece, o mundo ao redor pode mudar apenas para um jogador, criando situações em que nem tudo que ele vê ou ouve corresponde à realidade observada pelo restante do grupo.
Na demonstração, um jogador enxergou chão firme e um pequeno santuário onde, para os demais, havia uma armadilha mortal repleta de estacas e corpos. Em outro momento, o ambiente assumiu um tom vermelho intenso, dificultando a leitura da cena e confundindo inimigos com companheiros.
Essas distorções mentais se somam às ameaças da ilha, como mortos-vivos Y’m-bhi, criaturas vegetais, um inimigo semelhante a um morcego fantasmagórico e até uma centopeia gigante. Se alguém morrer e não for revivido a tempo, ainda pode retornar como uma versão corrompida, hostil aos sobreviventes.
Lançamento, solo e crossplay
A ACE Team recomenda jogar em grupo, mas também será possível encarar a campanha sozinho, com aliados controlados por IA ou sem ajuda. Segundo os desenvolvedores, essa opção será consideravelmente mais difícil, embora os contratos sejam ajustados para esse formato.
No lado técnico, o game usará conexão peer-to-peer, com um jogador atuando como host da sessão. O progresso individual, incluindo ranque, áreas desbloqueadas e registros, será salvo separadamente, o que ajuda a manter a progressão mesmo ao jogar com pessoas diferentes.
The Mound: Omen of Cthulhu chega em 15 de julho para PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC, com suporte a crossplay completo. Se a versão final expandir bem as alucinações e a pressão cooperativa vistas na prévia, o jogo pode se destacar entre os lançamentos recentes de horror multiplayer.
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