
Onimusha: Way of the Sword combina chefes brutais com ação estilosa
Preview final destaca combate técnico, chefes desafiadores e uma estrutura que evita punição constante entre batalhas.
Zetho Insider
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Onimusha: Way of the Sword deixa uma impressão clara neste preview final: trata-se de um jogo de ação exigente nos chefes, mas bem mais permissivo no caminho até eles. Essa combinação cria um ritmo diferente do de muitos jogos focados em desafio constante.
Combate mistura estilo e precisão
O grande destaque é o sistema de luta. O jogo alterna entre confrontos em que o jogador pode agir com liberdade contra inimigos comuns e batalhas que cobram leitura de golpes, defesa precisa e domínio das mecânicas.
Há comparações com Sifu pelo uso de animações contextuais, enquanto a barra de stamina dos inimigos lembra a lógica de postura vista em Sekiro: Shadows Die Twice. A diferença é que Onimusha busca equilibrar espetáculo e eficiência em cada encontro.
Duas mecânicas defensivas ajudam a definir esse estilo. Parry abre espaço imediato para contra-atacar, enquanto Deflect reduz a stamina do inimigo e prepara golpes devastadores. Já o Issen, marca tradicional da série, segue como um contra-ataque de alto risco e alta recompensa.
Fases e chefes reforçam a identidade do jogo
O preview também destaca a Oni Refuge, uma área inédita com visual mais fantasioso e foco no Oni Bow, um arco mágico usado tanto em combate quanto em interações simples do cenário. A exploração existe, mas funciona mais como apoio à ação do que como elemento principal.
Nos chefes, o jogo parece ganhar ainda mais força. Daidara transforma a absorção de almas em uma disputa direta com o jogador, enquanto Rasho-gan introduz uma mecânica própria ligada aos laços místicos que sustentam seu corpo. Isso faz cada batalha parecer menos repetitiva e mais construída em torno de uma ideia específica.
Em comparação com jogos como Resident Evil Requiem e Pragmata, a proposta aqui é claramente mais voltada para ação pura do que para puzzle ou exploração elaborada.
Uma experiência difícil sem ser exaustiva
O ponto mais interessante do preview é como Onimusha: Way of the Sword parece separar bem seus momentos de pressão e respiro. Os chefes são descritos como tão duros quanto os de um soulslike, mas os trechos entre eles não giram em torno de punição contínua.
Isso permite que o jogador aproveite o combate também pelo estilo, não apenas pela sobrevivência. Se a versão final mantiver esse equilíbrio, o novo Onimusha pode se destacar justamente por desafiar bastante sem se tornar cansativo.
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