Afterworld mostra ambição em preview inicial, mas ainda parece cru
Novo jogo de estratégia da Paradox mistura grande estratégia e RTS em um cenário pós-apocalíptico, mas build alpha levanta dúvidas.
Zetho Insider
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Afterworld é a nova aposta de grande estratégia da Paradox e já chama atenção pela ambição. Em um futuro pós-apocalíptico na América do Norte, o jogo combina exploração, gestão social, guerra e logística em uma estrutura densa, mas a prévia indica que o projeto ainda está em estágio muito inicial.
Um survival strategy com DNA de Paradox
A proposta coloca o jogador no comando de uma tribo de sobreviventes que precisa reconstruir a sociedade em meio ao deserto radioativo. A comparação mais próxima feita na prévia é com Stellaris, especialmente pela forma como unidades e exploradores se movem e interagem no mapa.
O início da campanha passa pela escolha da origem do grupo, que define tradições, valores e costumes. Esses sistemas moldam desde a identidade política da facção até sua capacidade de sobreviver, expandir e assimilar novos grupos.
Sistemas profundos e um mundo cheio de tensão
A prévia descreve um jogo repleto de camadas. É possível recrutar ou conquistar outras bandas, montar formas de governo, administrar classes sociais e lidar com conflitos internos causados por diferenças ideológicas.
Na exploração, rangers vasculham províncias devastadas em busca de tecnologia antiga, enquanto enfrentam radiação, saqueadores, drones de guerra e mutantes. O cenário também inclui facções poderosas conhecidas como Ancients, figuras do velho mundo com ambições próprias.
- exploração de cidades destruídas em busca de tecnologia
- combate e movimentação tática no mapa
- logística de combustível e munição
- bandas com valores e costumes diferentes
- possibilidade de jogar de forma nômade ou expansionista
Boa ideia, execução ainda muito cedo
O ponto mais forte do preview é o conceito. Afterworld parece ter potencial para entregar um sandbox estratégico incomum, com espaço para caminhos políticos e sociais bem diferentes entre si.
Ao mesmo tempo, a build apresentada foi descrita como extremamente inicial, com problemas visíveis de equilíbrio e acabamento. A impressão geral é de um projeto promissor, mas que ainda precisa de tempo para amadurecer antes de um lançamento.
Se a Paradox conseguir polir seus sistemas e ajustar o ritmo da progressão, Afterworld pode se tornar um nome importante no gênero. Por enquanto, ele fica no radar mais pela ambição do que pelo estado atual da experiência.
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